Bert Hellinger (https://www.hellinger.com) desenvolveu as Constelações Familiares a partir de vivências e aprendizados pessoais – como por exemplo: Teologia, Filosofia, Terapia de Grupo, Gestalt-terapia, Psicanálise, Terapia Primal, Análise Transacional, Hipnoterapia, PNL, Pensamento Transgeracional, Terapia Familiar, Psicodrama, Terapia do Abraço e Campos Morfogenéticos – fundamentando as Ordens do Amor (pertencimento, hierarquia e equilíbrio  no dar e receber), distinguindo campos espirituais da consciência: pessoal (boa e má consciência), coletiva (sistêmica/do clã) e espiritual (universal), distinguindo os sentimentos em primários, secundários, metasentimentos e sentimentos adotados, e, contribuindo com as Ordens da Ajuda.  

A Constelação Sistêmica é mais uma ferramenta para o autoconhecimento, pela qual o indivíduo pode se perceber, em muitas das vezes, emaranhado em dinâmicas familiares ocultas e inconscientes. As constelações estão à serviço da vida. As Constelações Sistêmicas nos levam à percepção da consciência mais ampla, em um campo fenomenológico que atua quanticamente. 

Uma vez ao mês, Flávia faz grupos de vivências em Constelações Sistêmicas (juntamente com sua parceira Célia Maria dos Santos, bióloga, psicoterapeuta e facilitadora de Constelações Familiares), pois, para ela, é um momento de reconexão. Os grupos são formados com, no máximo, 20 pessoas. Realiza, também, atendimentos individuais, uma vez por semana.