Direito Sistêmico

O Direito Sistêmico se apresenta como uma nova abordagem sobre as questões jurídicas, aplicável em todas as áreas do Direito (inclusive no Direito de Família e Sucessões), partindo dos princípios e filosofia trazidas por Bert Hellinger, quando nos presentou com as Constelações familiares e as Ordens do Amor e as Ordens da Ajuda. 

Na utilização do Direito Sistêmico – que é um dos meios adequados de solução de conflitos, juntamente com outros, como a Mediação, Conciliação, Comunicação Não Violenta, Justiça Restaurativa – pode ou não haver a necessidade de se abrir uma constelação familiar, bastando, em determinados casos, uma nova postura interna do advogado para o conflito e às partes nele envolvidas, para que se possa abrir um canal de solução. É uma ciência em construção.

Sami Storch foi o precursor do Direito Sistêmico no Brasil, utilizando as constelações familiares no Judiciário.  

Além da Advocacia, no Brasil, diversos tribunais adotaram as práticas sistêmicas, o que contribui para que os indivíduos solucionem a questão e não somente os processos. Mostra-se como forma eficaz de diminuir a intervenção do Poder Judiciário nas contendas jurídicas, com autonomia das partes para as autocomposições. Contudo, só é recomendável que o profissional utilize o Direito Sistêmico quando há disponibilidade e permissão do cliente.